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Este ano não começou muito feliz. Alguns contratempos me tiraram do eixo, colocando um peso nos meus ombros.
Demorei para relaxar, para entender, para aceitar que muito só depende de mim, mas tem uma outra grande parcela que depende do outro, depende da situação e depende da vida.
Eu, que não acredito em acaso, xinguei o destino. E resolvi me recolher, pensar, tentar procurar o meu erro, desviar das pedras, vislumbrar uma luz no meio do caos.
Nem sempre é bom olhar pra dentro, já que o processo da auto-aceitação é dolorido e um pouco perigoso. Mas resolvi me aceitar, resolvi parar de mentir para minha consciência, parar de fingir que nada estava havendo.
Muita coisa aconteceu. Morri e ressuscitei. Entendi que não preciso controlar tudo, nem querer tudo do meu jeito. Eu, tão acelerada e louca, resolvi relaxar. Não foi, nem é, fácil. Uma pessoa como eu, acelerada e louca, tem a sensação constante que os ponteiros do relógio correm a maratona de São Silvestre, que nunca vai dar tempo, que é preciso correr, que o sinal vai estar fechado, que nada vai dar certo. Só que eu cansei de ser acelerada e louca. Quero ser calma e menos louca, já que a loucura mesmo não tem cura. Quero conseguir não me sentir culpada por dizer eu-não-dou-conta. Quero não ter vergonha de pedir ajuda. Quero não ficar com peso na consciência por dormir uma hora a mais, por esquecer de tomar suco verde, por matar o pilates, por atrasar um trabalho, por dormir sem passar a vitamina C no rosto, por ter esquecido de ligar pra uma pessoa querida, por pelo menos uma vez quebrar todas as regras, por dizer aquilo que está engasgado sem pensar se magoei, por falar mal da vizinha, por passar o dia de pernas para o ar, por gastar uma nota numa bolsa, por ler revista de fofoca, por esquecer do tempo.
Este ano está terminando feliz. Finalmente perdi alguns medos, conheci lugares meus que estavam trancados no escuro, libertei algumas crenças, abri a janela para alguns traumas voarem. Já estava mais do que na hora deles partirem. Já estava mais do que na hora de eu encontrar o meu lado mulher. Este ano está terminando feliz: foi o ano que eu mais cresci como ser humano. Obrigada, 2014. Nunca vou te esquecer.


Não quero mais viver com você. Nosso relacionamento já virou rotina, uma rotina estafante e doentia. Ao seu lado, me sinto presa, refém de sofrimento, dor, desilusão. Não encontro uma saída para esse nosso impasse. O único jeito é seguirmos caminhos diferentes. Por isso, por favor, arrume suas coisas e vá embora da minha vida. Tenho certeza que seremos muito mais felizes vivendo separados, cada um em um canto, cada um com sua história, cada um do seu jeito. Preciso confessar: nunca combinamos. 

Em alguns momentos, cheguei a pensar que te merecia. Pensei que tinha feito algo errado e me vesti com velhos clichês: "joguei pedra na cruz", "devo ter feito algo muito errado", "a dor ensina a gemer", "onde foi que eu errei?". Lamento informar, mas não. Eu não fiz nada errado. Não joguei pedra na cruz, não errei, não tenho que aprender a gemer e conviver com essa dor. Sou como qualquer outro ser humano: mereço ser feliz, mereço amar e ser amada, mereço cuidar e ser cuidada, mereço saborear a felicidade sem medo que um golpe forte me tire as forças e a valentia.

Por outro lado, essa sua insistência em permanecer ao meu lado me fez perceber o quanto sou fraca. Não me impus o suficiente, não te afastei com tanta força, não te expliquei os meus motivos. Mas nunca é tarde para recomeçar. Por isso, ouça bem o que digo agora: chega. Cansei de tudo isso, não quero mais viver sufocada desse jeito, não quero mais te obedecer, ficar de cabeça baixa me achando uma vítima, aceitar essas sensações desagradáveis que você me proporciona. Você me aprisiona, me desespera, me faz de gato e sapato, me amedronta, me suga, me fere. 

Não quero mais ser uma marionete nas suas mãos. Não quero mais viver com essa dor que me tira o eixo, o ar, a perspectiva, a esperança e a fé no futuro. Você precisa parar. Precisa parar agora. Precisa parar já. Não quero passar a vida nesse labirinto de medo, andando em círculos e procurando uma luz no fim do túnel. Não quero mais viver colada em você. Não quero que você seja um fantasma horroroso que vive a me assombrar, que fica esperando um passo em falso para me raptar e levar para um mundo escuro e cheio de barro. 

Você precisa aceitar que nunca te pertenci. Não quero mais ouvir sua voz, seus passos, sua respiração. Não quero mais sentir o coração disparar assustado, perder o chão, a hora, a razão. Não quero mais derramar lágrimas de desespero e solidão. Não quero mais tentar fugir da vida, pelo contrário: quero me sentir bem o suficiente para vivê-la da melhor forma possível. E isso, definitivamente, não te inclui, já que você não está convidado a visitar o meu futuro. Então, por favor, se retire e nunca mais volte. É para o nosso bem.


O Dia da Criança está chegando e, infelizmente, muitas crianças carentes não vão ganhar um presente. Mas você pode fazer diferente este ano, sabia? Pode levar sorrisos, felicidade e muita alegria para a criançada. E se a grana anda curta, o Cupons Mágicos te dá uma forcinha. Olha que legal: ao comprar um presente para seu filho, sobrinho, afilhado, etc., você utiliza um cupom de desconto Dia da Criança e compra um segundo presente para uma criança carente. Assim fica muito fácil fazer o bem e distribuir alegria.




Por favor, não me entenda mal. Não quero que você pense que meu coração é feito de lama congelada e cravejado de pregos enferrujados. Posso confessar? Chega mais pertinho, me dá um pouco de atenção, preciso daquele olhar amigo, cúmplice, que entende e acolhe todos os medos silenciosos e tolos. Ando um pouco assim, silenciosa e tola. Ando perdida, carente, repensando a vida e me perguntando até quando. Sempre chega o dia em que a gente sente um aperto na garganta e aquela voz interna e aguda pergunta "até quando"?

Não sei se ainda consigo fingir que isso não está me machucando. Ei, eu não sou tão fabulosa assim. Sofro meio calada no meu canto, não quero incomodar com o barulho do meu discreto soluço. Mas a verdade é que ando me sentindo sem valor. Parece que o mundo inteiro é mais legal, inteligente, sarado e bonito. E eu aqui, decadente, com o esmalte rosa pink descascado, um jazz contemporâneo invadindo a sala, o parmesão mofado na geladeira e um vinho que estava em promoção na taça rachada e suja de batom da Mac paraguaia. Eu e uma solidão assustadora. Eu e pensamentos estranhíssimos. Mas sou estranhíssima, vivo em um mundo estranhíssimo e gente assim tem vida estranhíssima, logo, pensamentos estranhíssimos. Então está tudo bem. Será que está mesmo? Será que estamos bem? Será que sobreviveremos? Será que sobreviverei? Não sei e nunca saberemos. Mas tento viver e renascer todos os dias. Pelo menos tenho consciência que não estou apenas sobrevivendo. O sobreviver aos dias é que deve ser amargo e quase deprimente. Sobreviver dói demais, pois o peso da vida é todo colocado em cima dos ombros. Viver e renascer, essa é a grande mágica, essa é a grande lógica, essa é a grande questão. 

Com alguma dificuldade, percebo que a vida nem sempre sai conforme o planejado e que frequentemente o que foi programado precisa sofrer pequenas modificações. Então me pergunto: será que as coisas serão sempre assim ou um belo dia tudo vai se resolver conforme eu espero? Outra pergunta chega correndo, descabelada e esbaforida: quem disse que o que eu espero é realmente o melhor pra mim? Quem disse que é o que preciso? Mas eu não sou a pessoa certa para saber o que preciso? O que eu preciso deve estar bem claro na minha mente. Mas será que sei realmente o que preciso? A gente muda tanto e o tempo todo. O que eu jurava que precisava no ano passado hoje é simplesmente purpurina jogada no meio da rua. O que eu tenho certeza que preciso hoje provavelmente vai ser um grão de areia no meio do Saara amanhã. Mudamos, ainda bem. Nos reformamos, ainda bem. Evoluímos com alguma dificuldade, ainda bem. 

Como você pode ver, a vida nada mais é que um emaranhado de questionamentos. E a maioria deles fica sem resposta, nossa maior missão é tentar encontrar algo que faça sentido no meio desse turbilhão de emoções, acontecimentos, anseios e metas. Sigo na busca, sigo na luta, sigo na lida. Espero que em breve as respostas parem de se esconder de mim. 


Toda mulher adora umas comprinhas. Uma peça de roupa nos deixa mais confiantes, um acessório nos deixa mais poderosas, um detalhe novo na decoração deixa a casa muito mais bonita. Toda mulher também ama um descontão. Encontrei esse cupom da Dafiti, onde você consegue até 15% de desconto nas compras acima de R$145,00  em produtos de moda e decoração.




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Sou forte demais para me entregar e fraca demais para suportar alguns fardos sem derramar um punhado de lágrimas.

De vez em quando preciso chorar em algum canto. Extravasar o que aperta e faz sangrar. Não dá pra guardar tudo no seu (suposto) devido lugar e fingir que a vida é cena bonita de filme.

Nunca pensei em desistir, mas às vezes bate um desânimo. A dor me consome e o cansaço me desgasta. Procuro achar saídas, mas parece que ando em círculos. Percebo que as coisas trocam de lugar, porém nunca se resolvem de forma definitiva. Fico me perguntando o que faço de errado, tento trocar as formas de agir e lidar com as situações. Quando penso que algo está entrando nos eixos tenho uma surpresa desagradável.

Já cheguei a cogitar inúmeras hipóteses, mas nunca chego a uma conclusão definitiva. Sei que nesta vida temos nossos carmas, cruzes, resgates e aprendizados. Tento fazer o que posso e aproveitar cada lição que me é ofertada, mas não sou perfeita e nem sempre tenho a fé necessária para acreditar. E eu sei (eu sei!) que preciso acreditar. Só que às vezes dói tanto, às vezes a aflição é tão grande e me domina de uma tal forma que não sei se vou suportar.

Já faz algum tempo que não sei mais o que fazer. São muitos desajustes que borbulham aqui dentro. No peito, um tremor que só assusta e atormenta. Na cabeça, inúmeras sensações fazem coro, peso e devastam tudo que passa pela frente, me deixando sem saída.

As preocupações batem incisivamente na porta, em busca de respostas. Reviro o baú de informações, não encontro nada que justifique esse caos interno.

Viver se torna a cada dia mais inquietante. Momentos de paz e tranquilidade são quase uma raridade. O medo me sufoca, os devaneios se acumulam, as dúvidas não me deixam dormir serena.

Sinto saudade, estranheza, necessidade de me ter de volta. Sinto dor por estar presa nessa teia maligna. Sinto desespero por estar em um labirinto escuro, sem ninguém para me pegar no colo e dizer fica calma, isso vai passar. Isso não passa. Isso vai e volta. Isso muda de cara, de nome, de força. Isso cresce e se transforma. Mas isso nunca me deixa. Então eu reúno meus pedacinhos, que já estão cansados dessa luta diária e sem fim, e continuo a caminhada. Porque sei que isso vai passar, afinal, me ensinaram que tudo na vida passa.

(Espero que seja logo.)



Penedo é uma cidade do Estado do Rio de Janeiro que possui uma beleza natural e um verdadeiro roteiro cultural disponível a sua volta. Além do comércio local diversificado, a variada rede hoteleira e restaurantes de alta qualidade, muitas lojas de artesanato estão presentes na cidade, que valoriza os trabalhos dos artistas locais. O Guia Roteiro de Turismo mostra um pouco mais sobre o artesanato em Penedo.

Escultores, pintores, tapeceiras, artesãos e outros artistas vivem em Penedo e expõe suas peças nos ateliês, pois sabem o alcance que seus trabalhos tem para os turistas que chegam à região, com as diversas lojas que ficam espalhadas por ali.

Com a herança da cultura finlandesa na cidade, o artesanato em Penedo começou com os tapetes e tapeçarias, e mais tarde aumentou com os trabalhos em bucha vegetal, pintura em tecidos, velas, trabalhos em pedra e cerâmica, trabalhos em madeira e outras formas de arte, todas relacionadas com histórias dos antigos finlandeses.

Os tapetes coloridos tecidos pelas pioneiras finlandesas de Penedo sempre foram um grande sucesso nas lojas, como também a pintura de tecidos, que foi iniciada na década de 70 com a artista Birgo, e logo depois diversas senhoras seguiram os trabalhos. Uma das técnicas de pintura em tecido surgida em Penedo é o Batik de folhas, que utiliza folhas verdadeiras dos jardins da cidade para criar a arte.

Outros objetos que são bastante apreciados na região são as velas, que quando acesas transmitem uma sensação de calor e conforto durante as longas e escuras noites de inverno. No natal, por exemplo, pinheiros naturais decorados com velas ficam no lugar das luzes coloridas nas árvores finlandesas. Estas começaram a ser fabricadas em Penedo na década de 60 e são facilmente encontradas nas lojas de artesanato do local.

Um dos artistas mais conhecidos de Penedo é Martti Vartia, que acredita que simples peças de madeira podem ser transformadas nas mais diversas expressões faciais ou objetos abstratos. Morador e dono de um restaurante em Penedo, Vartia vende suas peças tanto em seu estabelecimento quanto em exposições que vem participando no país. O endereço é Estrada Três Cachoeiras, 3955.

Para chegar até penedo viajando de São Paulo ou Rio de Janeiro basta seguir pela Rodovia Dutra até a altura da cidade de Resende e então tomar a pequena estrada que vai até o portal de Penedo. Para obter mais informações sobre restaurantes, lojas e pousadas em Penedo basta acessar o link do Roteiro de Turismo: http://www.roteirodeturismo.com.br/hoteis-e-pousadas/rio-de-janeiro/penedo/



Para me agradar não é preciso um anel de diamantes, jantares caros, sapatos de grife, carro do ano, cobertura com vista para o mar ou viagens para o exterior uma vez por mês. Para me agradar não é necessário abrir a porta do carro, beijar a minha mão ou me enviar 200 rosas colombianas. Para me agradar não é necessário fazer declarações de amor em redes sociais, escrever poema romântico ou cantar uma música embaixo da minha janela. Para me agradar só é necessária uma coisa: me perceber.

Não sou tão difícil assim, já que costumo dizer de muitas formas o que me agrada e o que fica entalado na minha garganta. Já fui muito medrosa, estúpida, imatura. Já joguei, fiz drama, cena e barraco. Já bati porta, desliguei telefone, devolvi presentes e rasguei cartas. Mas eu cresci. E junto com essa nova mulher surgiu uma vontade imensa de ter uma relação madura, serena e tranquila.

Sei que nem sempre as relações são pura calmaria. Às vezes bate um vento forte que sacode a canoa. Mas a gente precisa ter equilíbrio e força para mantê-la na imensidão do oceano. Se relacionar é para os corajosos.

O dia-a-dia faz com que a gente acabe deixando de lado coisas que são tremendamente importantes em uma relação, como o cuidado e o carinho nas pequenas coisas e ações. O outro está, sim, ao seu lado para tudo. Mas ele não tem que suportar todo o seu lado ruim.

O filme "Separados pelo casamento" retrata de forma engraçada algumas situações vividas por um casal. A esposa pede que o marido lave a louça. Ele diz que já vai (e não lava nunca), ela se indigna e diz "eu só quero que você queira lavar a louça". Eles entram em uma discussão, afinal, ninguém é apaixonado por lavar louça, não é verdade? Mas alguém tem que fazer, além disso a casa não é só de um, é dos dois. Ela pede que ele compre limões para decorar a mesa de jantar e o marido esquece. E os tais limões eram importantes pra ela. A esposa reclama que o marido nunca a levou para assistir um espetáculo de ballet. Ele diz que nunca levou porque odeia ballet. E ela diz que só queria que ele quisesse levá-la, que quisesse fazer algo que a deixaria feliz. São essas pequenas coisas: saber que determinada coisa deixa o outro feliz ou torna a vida dele mais leve e fácil. Esse cuidado com o que o outro pensa, sente e quer.

Um dia já pensei que quem me ama tem que aceitar meu lado ótimo e meu lado péssimo. Mas a coisa não é bem assim. Se eu sei que tenho pontos a melhorar vou me empenhar para isso, afinal, eu mereço e o outro também merece o meu esforço. Se eu sei que determinado comportamento desagrada quem convive comigo, vou me esforçar para melhorar. Se o outro já deixou claro suas insatisfações, vou colocar a mão na consciência, analisar a situação com toda a clareza e sinceridade e vou procurar ser melhor para ele. É claro que a gente não deve ser o que esperam que sejamos. Por isso, falo da importância dessa autoanálise: isso realmente tem sentido? Posso realmente me melhorar? Se isso é muito importante para ele será que não é algo que nem me dou conta que faço? É primordial tentar se ver de fora, com outros olhos.


A gente tem a mania de achar que é perfeito ou que faz o possível. Mas tenho uma notícia pra dar para você: sempre podemos fazer mais. Sempre podemos nos esforçar mais. Isso não quer dizer que você não seja bom, só que você pode dar mais um ou dois passos. 


Me arrependo por não ter te ensinado a ser um pouco mais forte. Por não ter te dito o que me deixava destruída por dentro. Por ter deixado passar tantas oportunidades de recomeço.

Me arrependo por não ter te mostrado que existem belezas escondidas na dor. Por não ter segurado teu coração com força na hora em que você precisava de um pouco de paz. Por não ter suportado conviver com o seu sofrimento silencioso.

Me arrependo pelos sorrisos que não dei, pelas desculpas que não pedi, pelos abraços que nunca aconteceram. Por convidar o orgulho para entrar e não ter te percebido na hora exata. 

Me arrependo por tudo que joguei no ralo, por minha ausência no jantar e por não saber o que dizer. Por engolir palavras e cuspir rancores. 

Me arrependo por ter acreditado que as coisas são eternas. Por não ter compreendido que tudo na vida tem um fim. E por não ter aproveitado melhor cada instante em que estivemos perto. 




- Sou demais: se ama, adora e venera e, por isso, vive postando fotos de corte de cabelo, cor de esmalte, selfie de biquíni e com tacinha de drink coloridinho na mão. 

- Tô facinho: atira para todos os lados sem medo de ser feliz, afinal, o que cair na rede é peixe.

- O magoado: posta indiretas para os ex. Ex-amores, ex-amigos, ex-colegas, ex-vizinhos.

- O sem noção: avisa quando está com frio, calor, cansado, com fome, irritado ou com unha encravada.

- O chato de galocha: reclama de tudo e de todos, dá palpite no post de todo mundo e adora uma polêmica.

- O sério: usa o facebook para fins profissionais. Nada mais. 

- O motivado: adora links de autoajuda e imagens fofas de bom dia, boa tarde e boa noite.

- O natureba: posta links saudáveis e compartilha receitas.

- O participativo: curte tudo de todo mundo o tempo inteiro.

- O foragido: não tem foto no perfil. Não posta nada. Tem tudo bloqueado.

- O professor: diz que fulano não sabe escrever. E que fulana não sabe se comportar.

- O pedinte: pede votos para ganhar uma promoção, pede pra curtir a sua página, pede para aceitar a amizade (mesmo que você já tenha negado mais de uma vez).

- O juiz: dá cartão amarelo e vermelho para quem, na opinião dele, passa dos limites. 

- Tô nem aí: só dá parabéns pelo Facebook. Pra ele não existe telefone.

- De bobeira: só usa o Facebook para compartilhar links.

- O religioso: posta correntes e orações a todo instante.

- Ostenta muito: posta fotos do carro novo, do anel novo, do celular novo, do sapato novo e de tudo que é caro e tem diamantes.

- O apaixonado: só posta declarações de amor.

- O pegajoso: só posta declarações de amor. 40x por dia.

- O filósofo: adora viajar nas ideias e palavras.

- O fantasma: tem Facebook, mas não posta nada nem fala com ninguém. 

- O ciumento: vai no perfil do amigo e diz "Ah, com a Laura tu sai!". Vai no perfil do namorado, vê que a colega de trabalho dele comentou aquela foto na praia: "que lugar lindo", vai embaixo e diz "meu lindo, saudade". 

- O faminto: adora tirar foto de comida.

- O bebum: é que nem o faminto, mas ao invés de comida é birita.

- O protetor: defende sua causa com unhas e dentes. 

- O aparecido: quer mostrar que é gente boa a todo custo. Por isso, relata todas as boas ações do dia.

- O nojento: posta vídeos absurdos e que embrulham o estômago dos outros.

- O atrasado: aquele que, dez meses depois, curte todas as suas postagens e fotos de uma só vez.

- Entrando numa fria: aquele que posta algo e cinco segundos depois se arrepende, pois percebe que o negócio vai gerar polêmica.

- Entrando numa fria maior ainda: quando o buraco é mais embaixo e a polêmica vira caso para o Datena.

- O observador: só olha o movimento comendo pipoca e guaraná. 

- O cauteloso: pensa muito antes de escrever. E não escreve.

- O espião: tem um perfil só pra cuidar a vida do ex. E da atual.

- O rebelde sem causa: um belo dia resolve deletar você, sem dó ou motivo aparente.

- O lutador de UFC: adora entrar numa briga. E não sai dela nem por um milhão de dólares.

- O poliglota: só usa expressões em outras línguas.

- O pai/mãe mala: só fala do filho. 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem intervalo comercial, folga, feriado ou férias.

- O amigo da galera: nunca te viu ou só te conhece de vista e te chama de amigo.

- Quero me enturmar: "oi, tudo bem? Estou te add porque sou amigo do Flávio, teu amigo."

- Amigo oculto: no Facebook comenta, curte, faz e acontece, mas quando te encontra na feira vira a cara.

- O coitadinho: alguém sempre arma alguma coisa pra ele. É uma vítima da maldade humana. 

*por favor, não se ofendam, isso é só uma brincadeira. 



Desculpa, mas você é um estúpido.
Fica bravo quando alguém te fecha no trânsito, então abre a janela e xinga meio mundo, mostra o dedo do meio, desce do carro todo valente puxando briga e estraga seu dia por coisas irrelevantes.

Desculpa, mas você é um cego.
Não enxerga que o outro precisa de uma palavra querida, de um abraço forte, de um olhar que tudo compreende, de um sorriso que tudo diz.

Desculpa, mas você é um ignorante.
Acha que tudo se resolve na base do palavrão, do empurrão, do não.

Desculpa, mas você é um trapaceiro.
Fura a fila do banco, apressa o passo para pegar o primeiro lugar, estaciona no lugar de idoso ou deficiente físico. 

Desculpa, mas você é um mal educado.
Acelera quando o sinal ainda está vermelho, não dá passagem para o pedestre, entra no elevador e não segura a porta para quem está chegando.

Desculpa, mas você é um reclamão.
Se queixa da vida, do governo, da saúde, da sujeira na cidade, do colega da mesa ao lado. Mas não se move para mudar.

Desculpa, mas você é um egoísta.
Não pensa na dor do outro, não mede as palavras, não pensa que ninguém é igual a ninguém e que o que não te machuca pode ferir alguém.

Desculpa, mas você é um mentiroso.
Diz que não doeu, que não lembra mais, que nunca amou, que está tudo bem e que não precisa de ajuda.

Desculpa, mas você é um egocêntrico.
Se acha o centro do universo, acha que tudo tem a ver com você, pensa que todo mundo quer o que você tem.

Desculpa, mas você é um falso.
Não sabe o que significa sinceridade e seu esporte preferido é falar mal à distância.

Desculpa, mas você é um invejoso.
Deseja o que o outro tem, arruma defeito em tudo que o outro faz, fica descontente com a alegria que brilha em outro olhar.

Desculpa, mas você é um descarado.
É comprometido e não sossega, não consegue não olhar para quem passa ao lado.

Desculpa, mas você é uma farsa.
Diz que ama os animais e usa casaco de pele verdadeira, fala que a cidade está imunda, mas joga toco de cigarro no chão.

Desculpa, mas você não é tão bom quanto pensa.
Sua mãe te acha lindo, seu amor te acha ótimo, sua avó te acha incrível. Mas o mundo tem aproximadamente 7,2 bilhões de pessoas (pense nisso).

Desculpa, mas você não valoriza o que tem.
Discute com quem ama por besteira, dorme brigado, desliga o telefone na cara. Esquece que hoje a pessoa está ao lado, mas a vida tem rumos incertos e muitas vezes nos prega peças não tão bonitas.

Desculpa, mas você é fútil.
Se preocupa com o carro arranhado, com a unha quebrada, com o cabelo cheio de ponta dupla, com o quadril que só cresce, com a estria que surgiu na barriga. Não lembra que o que importa mesmo é o que está lá dentro, não essa casca que fica por fora.

Desculpa, mas você às vezes é um cretino.
Sabe que vai magoar e ainda assim magoa. Age de caso pensado sem dó.

Desculpa, mas você tem memória curta.
Usa e abusa da ingratidão, esquece daquele que te deu a mão, cuidou das feridas e embalou seu sono com a mais linda canção.

Desculpa, mas você esquece que as demonstrações importam mais que as palavras.
Por isso, diga que ama sua mãe, seu pai, sua irmã, seu irmão, seu cachorro, seu amor, seu primo, sua tia, seu avô. Não é feio, não é vergonhoso, não é careta. O amor é bonito e foi feito para ser demonstrado, abraçado, beijado e apertado.

Desculpa, mas você é um burro.
Precisa aprender que nada sabe e que cada novo dia é uma chance de aprender um pouco mais.

Desculpa, mas você não olha para o lado. 
Nem para baixo. Precisa entender que hoje está no topo, mas amanhã pode estar no subsolo. Além disso, não é melhor que ninguém só porque tem dinheiro, poder, status, nome na coluna social ou um helicóptero.

Desculpa, mas você é um estúpido.
E eu também.
Para quem ainda não sabe, tenho quatro livros publicados: Um Pouco do Resto, O amor é poá, Para todos os amores errados e Um pouco além do resto. Os dois primeiros estão esgotados e sem previsão de nova edição, porém o Um pouco além do resto tem as 23 crônicas do Um Pouco do Resto + 46 inéditas, então quem quiser o primeiro livro é só comprar o último. 

Os dois últimos livros, lançados pela editora Gutenberg, são vendidos nas maiores livrarias do país. Vocês podem comprar o Para todos os amores errados e o Um pouco além do resto na livraria Saraiva, por exemplo. E ainda dá pra obter um cupom de desconto no CupoNation. Aproveita e compra online, assim nem precisa sair de casa. 


A gente complica demais a vida com as pequenas preocupações. A preocupação gera ansiedade, a ansiedade gera sofrimento, o sofrimento gera sentimento ruim e negativo, o sentimento ruim e negativo gera dor, a dor gera lágrima, a lágrima gera melancolia, a melancolia gera tristeza, a tristeza gera solidão, a solidão gera ferida, a ferida gera cicatriz, a cicatriz gera mágoa, a mágoa gera um buraco escuro dentro da alma. É um ciclo sem fim e só quem pode cortá-lo é você mesmo. 

Ninguém disse que é fácil romper ciclos e fazer mudanças definitivas. O processo é longo, o trabalho é árduo e muitas vezes doloroso. Você está condicionado a agir de uma determinada forma durante um determinado tempo. Não é simples pegar uma tesoura e cortar todos os males e medos pela raiz. Se assim fosse os divãs não estariam sendo disputados a tapa. 

Temos que aprender que a vida é para ser simples e boa. Sem tanto rancor, sem tanta revolta, sem tanta disputa. Há muito para conhecer, há tanto para aprender, há inúmeras formas de trocar um pensamento ruim por um bom. Quando algo que você não quer surgir na sua mente modifique na hora esse pensamento. Não dê corda, trela ou faça sala para ele, senão você sabe: ele chama toda a família para passar uma temporada na sua cabeça. E ninguém precisa conviver com um time de antipáticos fazendo farra, falando alto e tirando o seu sossego.

Só porque uma coisa não aconteceu da forma que você queria não quer dizer que ela não seja positiva e traga bons ensinamentos. A gente aprende com tudo que acontece, por mais que agora você acredite que esse perrengue todo é terrível, que você está sofrendo por demais, que sua vida está um lixo. Espere, respire, inspire, transpire, faça uma imersão nessa loucura, nesse desgaste, nessa dor, nessa onda forte. Depois você vai olhar para trás e perceber que sobreviveu, saiu mais forte, é valente, corajoso, tem fibra, garra e é capaz de superar qualquer dificuldade. 

Nada é tão difícil quanto se apresenta num primeiro momento. E tudo, tudo tem um jeito. Mas entenda: nem sempre é o seu jeito. A gente vai se adaptando ao que a vida nos apresenta. Só que a escolha sempre será minha, sua ou nossa. Isso ninguém nos tira.


Às vezes, insatisfeitos, nos perguntamos por qual motivo determinada coisa acontece. Nos achamos incompreendidos, injustiçados e enclausurados dentro de um porão sem saída, ar ou luz. Tudo parece pequeno, apertado, vazio, feio, sem sabor. 

A frase "vai passar" entra por um ouvido e sai pelo outro. Como assim, vai passar? O que você sabe de mim? Por que se acha no direito de dizer essas duas palavrinhas frias e que não fazem sentido? Por que você gosta de falar só por falar? É muito fácil analisar uma situação estando do lado de fora dela. É muito simples usar frases feitas para manifestar alguma solidariedade. Mas nós sabemos que os outros estão preocupados com os seus próprios problemas. Ninguém verdadeiramente se empenha em resolver as suas pendências emocionais. E não adianta culpar o mundo ou colocar responsabilidades que são somente suas nas costas de outrem. A verdade é que existe o que é só seu, existe o que é seu e do outro e o que é única e exclusivamente dele. Nada disso se mistura.

Você já deve ter ouvido falar que cada um tem a sua cruz. Não podemos encarar tudo como um fardo, como se viver fosse uma sucessão de acontecimentos ruins. A vida é uma oportunidade incrível que temos de aprendizado, de reparação, de recomeço, de transformação, de evolução. É preciso aproveitar cada segundo para subir os degraus necessários. Muitas vezes somos obrigados a dar alguns passos para trás para logo mais andar para frente. Mas é preciso entender que cada um tem que estar ciente de suas responsabilidades, de seus deveres e obrigações, afinal, cada ser humano é que faz o seu próprio caminho. 
Para quem ainda não sabe, uma quarta-feira sim e outra não escrevo no Donna. Para ler a coluna de hoje é só clicar AQUI.


Eu quero te pedir perdão, sei que tenho andado um pouco relapsa com a nossa história. Sei que você não tem obrigação de me aceitar do jeito que sou, de me perdoar por tantos erros, de suportar minhas mudanças de humor, de tolerar meus medos infinitos, de engolir meu lado sombrio, de preencher meu vazio existencial e de me carregar no colo quando minhas forças não são fortes o suficiente. Me desculpa, sei que nem sempre sou divertida, inteligente, sexy, amorosa e gentil como deveria. Me desculpa, sei que andei um pouco ausente, sem vontade de te contar tudo aquilo que me aflige. Sinto um pouco de vergonha por ter saído à francesa da sua vida. Mas eu voltei. E isso deve ser bom para nós. Por favor, diga que me aceita de volta, de braços, coração e sorriso abertos. Preciso de você, do seu ouvido, do seu carinho sincero, da sua paciência. Preciso que você entenda que nem sempre consigo entender esse mundo cheio de angústias. Mas quero que saiba que a partir de agora vou me esforçar para melhorar um pouco isso que a gente chama de amor. Se você ainda me quiser estarei aqui.



Quando a coisa aperta fico repetindo, mentalmente ou em voz alta, que está tudo bem, está tudo bem, está tudo bem. Ainda não sei ao certo se isso funciona, mas proporciona alguma segurança. Nós sabemos que a mente é poderosa, bem como nossos pensamentos. Por falar neles, inúmeras vezes os danados nos pregam peças. Surgem na calada da noite e perturbam o sono, aparecem sem convite e vão entrando, invadindo a alma, o coração e desestruturando nossos sentimentos. Na vida, todo mundo quer ter o controle remoto para mudar o canal quando a programação está ruim, chata ou tensa. O problema é que não temos o controle de nada, nada mesmo. É inútil tentar dominar o amanhã, já que o coitado ainda nem chegou. Não existe hora marcada, as coisas mudam a cada segundo. 

O meu maior sofrimento é não aceitar as coisas como elas são. Tudo é interrogação, mas eu insisto em querer uma garantia. Sei que apenas uma pequena parte depende de mim. Peraí, será que é mesmo tão pequena assim? Se nós colhemos o que plantamos, uma parte imensa depende de mim (concorda?). São os atos de hoje que vão proporcionar um resultado positivo ou negativo amanhã ou depois. Por isso, procuro fazer o que posso. Mas tenho consciência que o que posso nem sempre é o melhor. E aí entro novamente num duelo sem fim comigo mesma: como assim não faço o melhor? Como assim não dou o que há de mais especial e incrível em mim? Quer saber? Não sei se me acho tão incrivelmente especial assim. Não aceito meus defeitos, duvido de algumas qualidades, volta e meia tropeço na minha autoestima que fica por aí, jogada em algum canto. Ela sofre, coitada. Sofre de abandono, é uma carente de afeto e colo. Acho que sou meio malvada com ela. 

A verdade é que a autoestima não é minha best friend forever. Muitas vezes esqueço de convidá-la para eventos especiais, nem sempre a recebo com toda a atenção e delicadeza que ela merece. Erro feio com a coitada, que merecia tapete vermelho, espumante da melhor qualidade e uma massagem relaxante nos pés. Prometo tentar melhorar nesse ponto. E em vários outros, afinal, perfeição é uma palavra linda, mas só existe no dicionário.




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Espero que você me perdoe. Nem sempre sei como agir. Às vezes machuco com o que deixo de dizer ou com aquela palavra que sai apressada pela boca. Espero que você me aceite. Não consigo ser melhor em tudo, mas faço o que está ao meu alcance. Espero que você me compreenda. Às vezes tenho preguiça ou falta de vontade. Me desculpe por ser assim. Espero que você me acolha. Não gosto de admitir, mas sou sensível ao extremo e cheia de fraquezas e fragilidades. Espero que você me admire. Gosto quando seu olhar brilha com minhas conquistas, ainda que sejam pequenas demais perto dessa imensidão que é o mundo. Espero que você me dê apoio. Sei que a vida é muito melhor quando nos dividimos e seguramos bem forte um a mão do outro. Espero que você realmente me veja como sou. E mesmo assim me ame. Espero que você seja livre. Você não me pertence, eu não te pertenço. Estamos juntos para trocar, amar, cuidar, crescer e aprender. Você é do mundo. E se algum dia tiver que partir não vou te prender. Mas vou seguir te amando. 

Espero que eu me encontre. Sei que muitas vezes a vida faz com que a gente se perca, se deixe, esqueça do que é importante. Espero que eu mantenha a calma. O dia a dia e as adversidades fazem com que nem sempre eu lembre de respirar e relaxar os ombros. Espero que eu me perdoe. Quem já não fez burrada neste vida? Quem não tem arrependimentos? Espero que eu cresça. Ser criança é bom e seguro, mas seguir em frente é preciso e um grande aprendizado. Espero que eu não perca a minha fé. Muitas vezes a gente duvida, se desespera, desacredita. Espero que eu tenha sempre força. Sei que nada é mais pesado e doloroso do que podemos carregar. Espero que eu me ame. Pode soar papo-pra-boi-dormir, mas antes de poder demonstrar amor por outra pessoa é preciso sentir amor por tudo que você é.